Não sei se estou certo, mas acho que todo mundo um dia pára e dá um desses gritos silenciosos.
E nesses gritos tão silenciosos, saem as coisas mais íntimas que se podem não-ler.
A caneta escreve o que não se pode ler.
O peito grita o que não se pode ouvir.
As atitudes dizem o que nao se pode revelar.
Será assim que se sentem os surdos-mudos???
Me disseram um dia que o tempo resolve tudo [ainda bem que eu nao acredito nele], que chatice o tempo resolvendo minhas coisas.
Nao sei, nao sei, talvez o dr tempo bom ainda nao tenha passado por aqui, mas fazer parte de seu itinerário é sempre o que buscamos.