Eu adoro festas
Isso mesmo leitor, pasme, eu Diego, adoro festas.
Estamos vivenciando aqui em Jaru uma festa típica, grande, anual, milionária e de gigantescas proporções locais; a AGRISHOW 2011.
É mais uma dessas festas agropecuárias que têm em todas as cidades do Estado, mas aqui em Jaru ela se torna algo como um Natal local ou um haloween nos E.U.A.
É gente que se pinta, coloca botas, par de esporas, camisas quadriculadas e se torna quase impossível ficar alheio a essa euforia que toma conta dos habitantes locais.
É claro que esse texto não é depreciativo, de forma alguma, é só um ponto de vista singular de tal acontecimento, por isso falarei sem mais preocupações em explicar ou não-ofender alguém.
Mas o caro e parco leitor deve estar se perguntando: E porque então tu gosta de festas Diego?
Explico:
Com todo esse movimento exacerbado que toma via única rumo ao Parque de Exposições, a Cidade fica uma maravilha; as lanchonetes estão ávidas por clientes, então lanche que antes eu pedia e esperava 40-60 minutos, agora espero 10, 15 no máximo.
Todas as cervejas estão geladíssimas, pois não estão saindo.
Alguns pontos comerciais estão baixando os preços pra atrair clientes, eu no caso.
Por mim essa AGRISHOW duraria uns 70 anos no mínimo.
Como é ótimo andar pelas ruas vazias, furando semáforos e sem cinto. Não tem Polícia, pois todas as viaturas estão lá. Não pra proteger a população, é que alguns querem “ver o movimento” então não convém estar nas ruas.
Felicidade assim eu só senti quando foi inaugurado o “novo Gonçalves” ahhhh que maravilha!!!!!!
A unidade sede (que durante as obras do outro ficou sendo o único Gonçalves da Cidade) ficou vazia. O outro não. O outro era uma loucura, todo mundo queria conhecer, experimentar o Bob’s (isso mesmo, tem um pequeno Bob’s lá dentro) estacionar no estacionamento coberto, uma grande novidade para os cidadãos.
O da J.K (nome popular da unidade sede) não. Vazio. Lindo. Imenso e só pra mim e mais alguns poucos loucos que insistiam no velho. Como diz minha amiga local ( um habitante Jaru “in natura”)
- “Tio, tu é um velho, gosta de coisas velhas, morreu com 23 anos”
Talvez minha cara, mas como é bom estar na contramão, como é rápido, barato, prazeroso.
Há muito tempo deixei de pensar como as outras pessoas e um dia esse “velho, esse peso morto” fará tanto sentido que estará velha também.
Então Jaru, que venham as festas, as comemorações, as novidades, para vocês saírem de meus lugares favoritos.
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O Poeta
Hoje sem querer encontrei um velho vídeo há muito "baixado" em meu computador;
Resolvi ver, claro, acompanhado de uma latinha de cerveja. Título?? "Cazuza: O poeta não morreu".
Isso me trouxe algumas lembranças como o dia em que conversando com Deus falei que estava apaixonado pelo Cazuza e ele disse: Caramba, eu tô velho!!!
claro que está e que ótimo que está.
"Até nisso ele foi precoce, cismou de morrer cedo o sacana" disse Bial.
"Desde a norte dele a maior presença que tenho em minha vida é sua ausência" - Ezequiel Neves.
E, claro que eu, frente a esses gênios não tem a ousadia de deixar aqui um dizer pra Cazuza, mas se eu pudesse lhe dizer algo diria: "Cazuza, 20 anos depois de sua morte você consegue fazer fãs e isso é absolutamente inacreditável. Maior abandonado, composta quando eu tinha 3 anos, toca no meu carro hoje. E isso não é pra qualquer um."
Pode chamar de Tributo, homenagem, eu não vou nomear isso, aliás vou sim, isso é o grito de quem lamenta não ter conhecido esse gênio de perto.
Resolvi ver, claro, acompanhado de uma latinha de cerveja. Título?? "Cazuza: O poeta não morreu".
Isso me trouxe algumas lembranças como o dia em que conversando com Deus falei que estava apaixonado pelo Cazuza e ele disse: Caramba, eu tô velho!!!
claro que está e que ótimo que está.
"Até nisso ele foi precoce, cismou de morrer cedo o sacana" disse Bial.
"Desde a norte dele a maior presença que tenho em minha vida é sua ausência" - Ezequiel Neves.
E, claro que eu, frente a esses gênios não tem a ousadia de deixar aqui um dizer pra Cazuza, mas se eu pudesse lhe dizer algo diria: "Cazuza, 20 anos depois de sua morte você consegue fazer fãs e isso é absolutamente inacreditável. Maior abandonado, composta quando eu tinha 3 anos, toca no meu carro hoje. E isso não é pra qualquer um."
Pode chamar de Tributo, homenagem, eu não vou nomear isso, aliás vou sim, isso é o grito de quem lamenta não ter conhecido esse gênio de perto.
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