“É tempo de meio silêncio, de boca gelada e suspiro,de palavra indireta, aviso na esquina.Tempo de cinco sentidos num só.”
É engraçado como anos depois de ditas essas palavras, elas ainda fazerrem tanto sentido.
É claro que quando Drummond as escreveu não passasse por sua cabeça direcioná-las a mim. Talvez.
Mas é exatamente o que acontece.
Recentemente descobri um novo meio de interação social que atende pelo nome de Facebook, ou como diria Suzele; Face.
Mas como todo site do meio ele vem corrupto, vem podre, vem com maldade.
Já era de se esperar, pois o bicho homem ali está e como a História me mostra não poderia ser diferente.
Mas não posso culpar inteiramente o fato, pois o que me cala é ainda pior, é grande, é monstro.
Corrói e consome e não dá mais pra carregá-lo.
Decisões serão tomadas, errôneas ou não, serão tomadas.
Quero ampla, geral e irrestrita. Se é que isso é possível.
Até lá.
domingo, 2 de outubro de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Tratamento Gonçalviano
Já faz um tempo que observo algo e agora resolvi externá-lo: as meninas do Gonçalves.
Deixo claro que quando digo "meninas do Gonçalves" me refiro não a totalidade de, mas um pequeno número que acho até intrigante.
Antes de escrever tive o cuidado de fazer algumas pesquisas para ter a certeza de que não se tratava de um caso único e conclui: se trata de um caso único, só acontece com mói, esse que vos escreve.
Não sei o que acontece, mas não importa quantos "bons dias" eu diga nao recebo de volta nem um resmungo sequer. nem um "ia", nada.
Entro, vou às prateleiras, vejo os preços, qualidade, embalagens e por fim me decido pelo mais barato mesmo. Vou até o caixa, começa minha agonia, a moça já me olha com uma cara de "ai meu deus", me aproximo, a cara dela se fecha à medida em que meus passos se tornam mais próximos, chego ao caixa e como sempre digo: Bom dia, ela não me responde e pergunta: sacolinha mesmo??
eu digo: sim, por favor.
acabou nosso diálogo. vou me embora com aquele bom dia não dado entalado na garganta e ela se livra da minha incômoda presença.
De certo que trabalhar 35 horas por dia não há de deixar ninguém com um sorriso de orelha a orelha, mas também não sei se eu sou o culpado.
Lembro de uma vez em que eu fui passar as compras no caixa e, inocentemente peguei uma sacola pra colocar as coisas que a moça passava, ela me olhou como se fosse um crime e me disse:
- deixa que eu coloco.
- não, respondi, pode deixar.
e ficou eu puxando de um lado e ela do outro.
é cada vez mais esquisito fazer compras ali. Se torna quase uma "cúpula do trovão".
meninas do gonçalves, um recado pra vocês, sorriam, vocês são tão belas pra amarrar a cara assim.
Deixo claro que quando digo "meninas do Gonçalves" me refiro não a totalidade de, mas um pequeno número que acho até intrigante.
Antes de escrever tive o cuidado de fazer algumas pesquisas para ter a certeza de que não se tratava de um caso único e conclui: se trata de um caso único, só acontece com mói, esse que vos escreve.
Não sei o que acontece, mas não importa quantos "bons dias" eu diga nao recebo de volta nem um resmungo sequer. nem um "ia", nada.
Entro, vou às prateleiras, vejo os preços, qualidade, embalagens e por fim me decido pelo mais barato mesmo. Vou até o caixa, começa minha agonia, a moça já me olha com uma cara de "ai meu deus", me aproximo, a cara dela se fecha à medida em que meus passos se tornam mais próximos, chego ao caixa e como sempre digo: Bom dia, ela não me responde e pergunta: sacolinha mesmo??
eu digo: sim, por favor.
acabou nosso diálogo. vou me embora com aquele bom dia não dado entalado na garganta e ela se livra da minha incômoda presença.
De certo que trabalhar 35 horas por dia não há de deixar ninguém com um sorriso de orelha a orelha, mas também não sei se eu sou o culpado.
Lembro de uma vez em que eu fui passar as compras no caixa e, inocentemente peguei uma sacola pra colocar as coisas que a moça passava, ela me olhou como se fosse um crime e me disse:
- deixa que eu coloco.
- não, respondi, pode deixar.
e ficou eu puxando de um lado e ela do outro.
é cada vez mais esquisito fazer compras ali. Se torna quase uma "cúpula do trovão".
meninas do gonçalves, um recado pra vocês, sorriam, vocês são tão belas pra amarrar a cara assim.
domingo, 24 de julho de 2011
Tchau, Amy

Será que é preciso sofrer tanto pra ter uma voz tão linda?
Amy fez parte de um time de divas da música que tinha uma vida pessoal conturbada, repleta de drogas e escândalos e, que mesmo assim cantavam de tal maneira que todos se calavam pra ouvi-las.
Fez parecer que o sofrimento faz parte da vida e, sabia expor isso de uma maneira maravilhosamente boa.
Tenho minhas preferências como REHAB, LOVE IS A LOSING GAME ou ainda YOU KNOW, I'M NO GOOD ( procurem, escutem, apreciem) e aprendi a tê-las ainda nas eras de Streit aqui por Jaru.
Como um mero e simplório fã, ainda que não seja tão comum ser um por aqui, quero me despedir em grande estilo e, com todas as homenagens que ela tem direito.
Em suas letras aprendi muita coisa; acreditar em si próprio, não desistir ou ainda fazer o estilo "mau" que ela fazia muito bem. Gostaria que esses 27 fossem só o começo mas não deu, entao nós que ficamos lembraremos de você assim, bem e dizendo suas frases de efeito que eu tanto ja copiei. Tchau, Amy.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Avesso de sinônimo
É incrível a capacidade que uma pessoa pode ter pra te jogar na lama com nada mais que palavras.
Fazer seu dia todo terminar em uma melancólica canção. Isso me assusta.
Me assusta mais ainda saber que essa pessoa tem o dever "divino" e social de me apoiar e ser minha fortaleza.
Confesso que tô cansado.
Até os fortes um dia páram e suspiram, imagine os fracos...
Fazer seu dia todo terminar em uma melancólica canção. Isso me assusta.
Me assusta mais ainda saber que essa pessoa tem o dever "divino" e social de me apoiar e ser minha fortaleza.
Confesso que tô cansado.
Até os fortes um dia páram e suspiram, imagine os fracos...
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A blusa rosa que tinha uma menina

Agora os parcos leitores devem pensar: "viiiixi, vai falar de mulher, até que enfim, ja tava achando que era viado."
advirto leitor, essa história não se trata de uma menina, ou um amor, ou uma paixao de carnaval, um amor platônico, nada disso. É só mais um relato.
E como tal começa com um cenário, um fato. e o sujeito dessa oração é a camisa.
Eu vi uma camisa rosa, não era qualquer camisa, ela era linda e quem a usa lindo fica.
Ela anda e passeia no meio da multidão e é impossível ficar alheio a ela.
Que brilho, os raios do sol parecem dela vir e pra ela convergir. É um rosa choque quase vermelho, com detalhes estratégicos e um perfume que parece carregar quem pra trás fica.
Talvez, em toda sua perfeição, ela tenha esse perfume para que nem os cegos deixem de contemplá-la.
Lá vem, lá vem a camisa rosa rica em detalhes estratégicos e a banda pára pra ela passar, nem o vento ousa adianter-se a ela, é como se até os deuses soubessem a força que ela tem.
Prometeu, o amigo dos homens, nos deu o fogo para que cozéssemos nosso bonequinho e os deuses nos deram aquela camisa, que vai e vem e nao se adianta, ela não pode ser terrena, tem que ser Olímpica.
E numa ironia dessas que só os céus são capaz de fazer, ela toma meu lugar, e se ocupa e eu não sou digno de olhá-la, porque ela é rosa e linda e tem detalhes estratégicos.
Minha insignificância em frente a ela é visível e aperturbadora, pois ja me acostumei com essa condição e nunca terei uma camisa daquela.
sábado, 25 de junho de 2011
Dos Extremos Jaru
Eu adoro festas
Isso mesmo leitor, pasme, eu Diego, adoro festas.
Estamos vivenciando aqui em Jaru uma festa típica, grande, anual, milionária e de gigantescas proporções locais; a AGRISHOW 2011.
É mais uma dessas festas agropecuárias que têm em todas as cidades do Estado, mas aqui em Jaru ela se torna algo como um Natal local ou um haloween nos E.U.A.
É gente que se pinta, coloca botas, par de esporas, camisas quadriculadas e se torna quase impossível ficar alheio a essa euforia que toma conta dos habitantes locais.
É claro que esse texto não é depreciativo, de forma alguma, é só um ponto de vista singular de tal acontecimento, por isso falarei sem mais preocupações em explicar ou não-ofender alguém.
Mas o caro e parco leitor deve estar se perguntando: E porque então tu gosta de festas Diego?
Explico:
Com todo esse movimento exacerbado que toma via única rumo ao Parque de Exposições, a Cidade fica uma maravilha; as lanchonetes estão ávidas por clientes, então lanche que antes eu pedia e esperava 40-60 minutos, agora espero 10, 15 no máximo.
Todas as cervejas estão geladíssimas, pois não estão saindo.
Alguns pontos comerciais estão baixando os preços pra atrair clientes, eu no caso.
Por mim essa AGRISHOW duraria uns 70 anos no mínimo.
Como é ótimo andar pelas ruas vazias, furando semáforos e sem cinto. Não tem Polícia, pois todas as viaturas estão lá. Não pra proteger a população, é que alguns querem “ver o movimento” então não convém estar nas ruas.
Felicidade assim eu só senti quando foi inaugurado o “novo Gonçalves” ahhhh que maravilha!!!!!!
A unidade sede (que durante as obras do outro ficou sendo o único Gonçalves da Cidade) ficou vazia. O outro não. O outro era uma loucura, todo mundo queria conhecer, experimentar o Bob’s (isso mesmo, tem um pequeno Bob’s lá dentro) estacionar no estacionamento coberto, uma grande novidade para os cidadãos.
O da J.K (nome popular da unidade sede) não. Vazio. Lindo. Imenso e só pra mim e mais alguns poucos loucos que insistiam no velho. Como diz minha amiga local ( um habitante Jaru “in natura”)
- “Tio, tu é um velho, gosta de coisas velhas, morreu com 23 anos”
Talvez minha cara, mas como é bom estar na contramão, como é rápido, barato, prazeroso.
Há muito tempo deixei de pensar como as outras pessoas e um dia esse “velho, esse peso morto” fará tanto sentido que estará velha também.
Então Jaru, que venham as festas, as comemorações, as novidades, para vocês saírem de meus lugares favoritos.
Isso mesmo leitor, pasme, eu Diego, adoro festas.
Estamos vivenciando aqui em Jaru uma festa típica, grande, anual, milionária e de gigantescas proporções locais; a AGRISHOW 2011.
É mais uma dessas festas agropecuárias que têm em todas as cidades do Estado, mas aqui em Jaru ela se torna algo como um Natal local ou um haloween nos E.U.A.
É gente que se pinta, coloca botas, par de esporas, camisas quadriculadas e se torna quase impossível ficar alheio a essa euforia que toma conta dos habitantes locais.
É claro que esse texto não é depreciativo, de forma alguma, é só um ponto de vista singular de tal acontecimento, por isso falarei sem mais preocupações em explicar ou não-ofender alguém.
Mas o caro e parco leitor deve estar se perguntando: E porque então tu gosta de festas Diego?
Explico:
Com todo esse movimento exacerbado que toma via única rumo ao Parque de Exposições, a Cidade fica uma maravilha; as lanchonetes estão ávidas por clientes, então lanche que antes eu pedia e esperava 40-60 minutos, agora espero 10, 15 no máximo.
Todas as cervejas estão geladíssimas, pois não estão saindo.
Alguns pontos comerciais estão baixando os preços pra atrair clientes, eu no caso.
Por mim essa AGRISHOW duraria uns 70 anos no mínimo.
Como é ótimo andar pelas ruas vazias, furando semáforos e sem cinto. Não tem Polícia, pois todas as viaturas estão lá. Não pra proteger a população, é que alguns querem “ver o movimento” então não convém estar nas ruas.
Felicidade assim eu só senti quando foi inaugurado o “novo Gonçalves” ahhhh que maravilha!!!!!!
A unidade sede (que durante as obras do outro ficou sendo o único Gonçalves da Cidade) ficou vazia. O outro não. O outro era uma loucura, todo mundo queria conhecer, experimentar o Bob’s (isso mesmo, tem um pequeno Bob’s lá dentro) estacionar no estacionamento coberto, uma grande novidade para os cidadãos.
O da J.K (nome popular da unidade sede) não. Vazio. Lindo. Imenso e só pra mim e mais alguns poucos loucos que insistiam no velho. Como diz minha amiga local ( um habitante Jaru “in natura”)
- “Tio, tu é um velho, gosta de coisas velhas, morreu com 23 anos”
Talvez minha cara, mas como é bom estar na contramão, como é rápido, barato, prazeroso.
Há muito tempo deixei de pensar como as outras pessoas e um dia esse “velho, esse peso morto” fará tanto sentido que estará velha também.
Então Jaru, que venham as festas, as comemorações, as novidades, para vocês saírem de meus lugares favoritos.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O Poeta
Hoje sem querer encontrei um velho vídeo há muito "baixado" em meu computador;
Resolvi ver, claro, acompanhado de uma latinha de cerveja. Título?? "Cazuza: O poeta não morreu".
Isso me trouxe algumas lembranças como o dia em que conversando com Deus falei que estava apaixonado pelo Cazuza e ele disse: Caramba, eu tô velho!!!
claro que está e que ótimo que está.
"Até nisso ele foi precoce, cismou de morrer cedo o sacana" disse Bial.
"Desde a norte dele a maior presença que tenho em minha vida é sua ausência" - Ezequiel Neves.
E, claro que eu, frente a esses gênios não tem a ousadia de deixar aqui um dizer pra Cazuza, mas se eu pudesse lhe dizer algo diria: "Cazuza, 20 anos depois de sua morte você consegue fazer fãs e isso é absolutamente inacreditável. Maior abandonado, composta quando eu tinha 3 anos, toca no meu carro hoje. E isso não é pra qualquer um."
Pode chamar de Tributo, homenagem, eu não vou nomear isso, aliás vou sim, isso é o grito de quem lamenta não ter conhecido esse gênio de perto.
Resolvi ver, claro, acompanhado de uma latinha de cerveja. Título?? "Cazuza: O poeta não morreu".
Isso me trouxe algumas lembranças como o dia em que conversando com Deus falei que estava apaixonado pelo Cazuza e ele disse: Caramba, eu tô velho!!!
claro que está e que ótimo que está.
"Até nisso ele foi precoce, cismou de morrer cedo o sacana" disse Bial.
"Desde a norte dele a maior presença que tenho em minha vida é sua ausência" - Ezequiel Neves.
E, claro que eu, frente a esses gênios não tem a ousadia de deixar aqui um dizer pra Cazuza, mas se eu pudesse lhe dizer algo diria: "Cazuza, 20 anos depois de sua morte você consegue fazer fãs e isso é absolutamente inacreditável. Maior abandonado, composta quando eu tinha 3 anos, toca no meu carro hoje. E isso não é pra qualquer um."
Pode chamar de Tributo, homenagem, eu não vou nomear isso, aliás vou sim, isso é o grito de quem lamenta não ter conhecido esse gênio de perto.
domingo, 22 de maio de 2011
A Carne Mais Barata do Mercado
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.
Precisa faltar, é um ‘turista’.
Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu ‘mole’.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um ‘caxias’.
Precisa faltar, é um ‘turista’.
Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu ‘mole’.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Letargia Emocional
Estou um tanto entediado e, acho que a culpa nem é tanto do dia parado ou da noite sem brisa, até pode ser, mas o que me incomoda realmente é saber que estou no final do feriado das festas de fim de ano.
Estou em casa assistindo uma atriz pornô dizer o quanto seu trabalho é ruim,
Não gosto do fim de ano, em todo lugar tem gente e todas elas pensam que tem dinheiro e pensam que você tem dinheiro, a humanidade produz quase o dobro de lixo e simplesmente é chato.
Como minha mãe foi pra Porto Velho, estou sozinho em casa, mas já questiono se isso é tão divertido como imaginava.
Passei o dia todo aqui dentro vendo TV e ouvindo músicas, não fui à esquina, não liguei pra ninguém, não comprei refrigerante, nem recebi ligações. Agora há pouco fui ali na frente, abri e olhei o carro, fechei a porta e voltei aqui pra dentro, ouvi a Ayla latir, fui olhar o que era.
Nada.
A TV deve ta ligada desde as 10:00 da manhã, já passou muita coisa boa o que não é o caso nesse exato momento.
Isso me trouxe pra frente deste computador, pra “vomitar” qualquer coisa que me ocupe é exatamente isso que faço agora.
Se interessa a alguém?
Não sei.
Porque to fazendo isso? Também não sei, mas se alguém perguntasse diria que apenas deu vontade.
Estou em casa assistindo uma atriz pornô dizer o quanto seu trabalho é ruim,
Não gosto do fim de ano, em todo lugar tem gente e todas elas pensam que tem dinheiro e pensam que você tem dinheiro, a humanidade produz quase o dobro de lixo e simplesmente é chato.
Como minha mãe foi pra Porto Velho, estou sozinho em casa, mas já questiono se isso é tão divertido como imaginava.
Passei o dia todo aqui dentro vendo TV e ouvindo músicas, não fui à esquina, não liguei pra ninguém, não comprei refrigerante, nem recebi ligações. Agora há pouco fui ali na frente, abri e olhei o carro, fechei a porta e voltei aqui pra dentro, ouvi a Ayla latir, fui olhar o que era.
Nada.
A TV deve ta ligada desde as 10:00 da manhã, já passou muita coisa boa o que não é o caso nesse exato momento.
Isso me trouxe pra frente deste computador, pra “vomitar” qualquer coisa que me ocupe é exatamente isso que faço agora.
Se interessa a alguém?
Não sei.
Porque to fazendo isso? Também não sei, mas se alguém perguntasse diria que apenas deu vontade.
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